Home / Contato
Newsletter    Edições Anteriores    Assine    Editorial    Perfil    Anuncie    Seu Espaço    Onde Encontrar    Agenda
Pronto-Socorro da cor
A cliente pinta o cabelo em casa e volta ao salão com ele todo manchado. Ou então, faz uma mudança radical,como escurecer fios claros, e se arrepende, pedindo para seu cabeleireiro clarear tudo de uma só vez. Colorações malsucedidas devido à exposição excessiva ao sol, como mechas esverdeadas e alaranjadas, também são comuns nessa época do ano. Quando o cabelo já tem alguma química de alisamento, os efeitos podem ser ainda piores. O que fazer em situações como essas?



Antes de mais nada, ter paciência e procurar tranquilizar a cliente. Mais calma, ela conseguirá explicar os produtos que foram aplicados no cabelo e o profissional deve fazê-la compreender que, caso uma recuperação imediata dos fios seja inviável, ela precisará se submeter a um tratamento de choque para revitalização dos fios. O passo seguinte é partir para a ação, fazendo um diagnóstico minucioso do estado dos fios e do couro cabeludo. Para Viktor I, do Vimax Beauty, com filiais em Curitiba e São Paulo, os desastres de cor mais frequentes, sem dúvida, são os cabelos manchados. “Isso acontece muito quando as clientes tentam pintar o cabelo em casa, por conta própria. Elas não conseguem alcançar certas áreas da cabeça e acabam não aplicando a coloração de forma homogênea. Ou, então, massageiam o produto pelos fios, como se fosse um xampu – o que só deve ser feito após o tempo de ação da fórmula”, explica o coiffeur.

Colorista do Tampopo Hair Cutting Team, de São Paulo, Olinda Higa lembra que o tinturista tem que ser ágil ao aplicar a coloração: “Assim que sai do tubo e começa a ser misturada ao oxidante, o produto já começa a reagir. Por isso, deve ser aplicado imediatamente. Primeiro na parte de trás da cabeça (e nas pontas), seguindo para a parte da frente. Por ser uma das áreas mais quentes do corpo, devido à intensa circulação local, a raiz reage rapidamente sob os efeitos de novos pigmentos. Logo, deve ser a última parte a ser colorida. Caso contrário, os fios acabam realmente manchados, com um efeito de faixas marcadas.” Outra causa frequente de manchas, segundo Olinda: aplicar a coloração em todo o cabelo, quando se deveria utilizá-la apenas para retocar a raiz. Para consertar o estrago, ela recomenda cobrir todo o cabelo com um tom mais escuro. Atenção para a advertência da cabeleireira paulista: de nada adianta querer igualar a cor pela parte mais clara, porque tinta sobre tinta não tem poder de clareamento. Esta é uma regrinha básica da colorimetria, mas tem muita gente que esquece.


Altura de tom

Igualar o cabelo pela cor mais escura não significa aplicar somente uma nova tonalidade e, depois, trabalhar algumas mechas para a cliente sair do salão satisfeita. A médio e longo prazos, este cabelo não vai ficar bom – e muito menos saudável. Às vezes, as manchas são tantas que o profissional precisa recorrer a aplicações seguidas de tons diferentes (e misturados entre si) até os fios ficarem com uma aparência harmônica. Tudo isso sem falar na etapa de recuperação da estrutura capilar. “Consertar o estrago dá trabalho, exige tempo e muito conhecimento por parte do colorista. Por isso, é um serviço que custa caro e jamais deve ser encarado somente como um retoque de cor”, ressalta Henrique Eizono, técnico sênior da Wella Education.

Para ele, em matéria de desastres de coloração, um dos mais comuns é o profissional não saber diferenciar a altura de tom correta, ou seja, a cor de base dos fios previamente coloridos. Ele dá um exemplo: “A cliente colore o cabelo de louro-escuro, mas, em apenas 20 dias, a cor desbota. Se o colorista não levarem consideração esse detalhe (que pode causar uma diferença de meio tom para baixo), o cabelo acabará ficando com a raiz mais clara do que o resto dos fios. O contrário também pode acontecer”, diz Henrique. Não é à toa, portanto, que todo tratamento químico deve ser precedido de um diagnóstico preciso – o que significa ver, ouvir e sentir, explica Eizono.

“Ver a estrutura dos fios, se eles estão porosos demais (podendo desbotar com mais facilidade); ouvir a cliente, perguntando quando foi a última vez que ela coloriu os fios, quantas vezes costuma lavar a cabeça durante a semana, se usa produtos de manutenção da cor no dia-a-dia, etc.; e, por último sentir a estrutura do cabelo, através do toque e de um teste de resistência, avaliando sua textura e elasticidade. Muitas vezes, o cabelo parece bonito, por conta das escovas de tratamento que estão em moda (algumas delas à base de formol). Em geral, elas deixam a superfície do fio lustrada por fora, porém, sensibilizada por dentro, sem a menor condição de receber um novo processo químico”.

Convém lembrar ainda que uma coloração nunca fica exatamente igual às amostras de tons dos catálogos das marcas. O fundode clareamento influi diretamente no resultado de uma nova cor. Em resumo: todo cabelo tem seu próprio conjunto de pigmentos naturais, sua espécie de DNA, marca registrada, chamada de tom da matriz. Estes pigmentos só serão revelados de fato a partir da aplicação do oxidante. Por este motivo, cada fio terá a sua revelação específica – sem contar a influência das colorações já aplicadas anteriormente. Usar uma tinta parecida, mas de marca diferente, também não funciona. “Existe uma tabela universal de cores básicas (chamadas de tons de base ou fundo), mas cada marca lança suas próprias nuances, com pequenas variações (tons que criam sombras e reflexos)”, diz Olinda. Enfim, os resultados podem até ser parecidos com os das mechas das amostras, mas nunca iguais.


Reação em cadeia

Quando se estuda o que falhou no resultado final de uma cor, não é difícil concluir que, na maioria das vezes, tudo começa errado desde a análise feita antes da aplicação da coloração propriamente dita – detalhe que leva à escolha equivocada da volumagem do oxidante, originando raízes mais claras e comprimento e pontas mais escuros – ou o contrário, pontas e comprimento claros e uma raiz que não chegou ao clareamento esperado. “Muitos cabeleireiros ainda ficam com medo de aplicar uma fórmula de 40 volumes e optam por oxidantes de volumagens mais suaves. Aí, não alcançam o grau de clareamento desejado e acabam tendo que fazer em seguida um novo processo de descoloração, o que expõe os fios à agressão química”, alerta o técnico da Wella.

Uma das consequências mais frequentes desse erro é a cliente pedir cabelos louros, ou castanhos bem claros, e se surpreender com fios castanhos-escuros. “Como as bases marrons demoram muito para reagir à ação de qualquer nova coloração, é preciso escolher oxidantes com, no mínimo, 30 volumes”, completa Olinda, do Tampopo. E não é só: fios mais grossos são mais resistentes ao clareamento e também pedem descolorantes mais fortes, devendo também ser aplicados em maior quantidade. Da mesma forma, não se pode abrir muito os acobreados, porque se corre o risco de deixá-los alaranjados. Nessas situações, portanto, vale a regra oposta: preferir descolorantes com volumagens menores, de 10 ou 20 volumes. Portanto, quando se erra ao avaliar a cor natural do cabelo e também o último tom com o qual ele foi pintado (altura de tom), certamente a escolha do oxidante será malsucedida.

Convém lembrar que os olhos são as ferramentas que os profissionais mais usam para analisar a cor dos fios. Logo, eles precisam ser bem treinados. Dizem que um olho experiente é capaz de distinguir até 200 matizes diferentes. Viktor I prefere não correr riscos e, por isto, investiu na compra de um microscópio high tech, capaz de aumentar até 400 vezes o diâmetro do fio. “É um instrumento que ajuda minha equipe a visualizar até o estado da cutícula e do córtex da estrutura capilar. Assim, cometer falhas de diagnóstico se torna praticamente impossível”, garante.


PRONTO_SOCORRO_DA_COR_1


Mudanças drásticas

O cabelo ficou escuro demais e a cliente detestou. Nesse caso, o problema é ainda maior. Não adianta querer “dar um jeitinho” e usar uma cor clara para ir suavizando aos poucos o visual. A possibilidade de clarear um cabelo já pintado uniformemente é quase nula. “Nesse caso, deve-se usar um descolorante para fazer a limpeza dos pigmentos depositados de forma uniforme”, aconselha Sandra Damas, coordenadora técnica da L’Oréal Professionnel. Segundo ela, o segredo para evitar um novo desastre está na escolha certa dos produtos – o pó descolorante e o oxidante –, sempre de boa qualidade e de marcas já conhecidas no mercado. Henrique Eizono prefere as fórmulas cremosas e enriquecidas com bisabolol, ingrediente derivado da camomila, que exerce uma ação calmante, tanto para os fios como para o couro cabeludo. “A etapa seguinte é decidir se essa remoção de pigmentos será parcial, funcionando só como uma limpeza da cor, ou total – técnica chamada de decapagem –, que deve ser seguida de uma nova aplicação de coloração”  explica a coordenadora técnica. “Em ambos os casos, é indispensável um diagnóstico da saúde da estrutura capilar. Só assim, podese concluir se o cabelo aguenta passar por outros processos químicos em um espaço de tempo tão curto. Tratar previamente os fios também é fundamental para que eles ganhem força, hidratação e proteção antes de novas agressões”, diz ela. Só não vale esquecer: a decapagem segura só pode seroferecida como recurso para a cliente que deseja o cabelo de uma cor só, sem mechas ou reflexos.

Sandra Damas lembra que as mechas carameladas estão na moda, mas, às vezes, em cabelos escuros, ficam alaranjadas. “Isso acontece quando há um erro de diagnóstico da cor original do cabelo. Todos os tons castanhos, claros ou escuros têm uma base com pigmentos avermelhados. Eles tendem a amarelar (ou ficar alaranjados) se o tempo certo de ação do oxidante não for respeitado ou quando o profissional utiliza uma coloração à base de pigmentos acinzentados para trabalhar as mechas”, adverte Olinda. Para corrigir o erro, ensina, a solução é isolar as mesmas mechas e aplicar novamente o descolorante, porém deixando a fórmula agir por mais tempo. “Depois de trabalhar as mechas, também é importante fazer uma matização nos fios, aplicando um tonalizante para combater os possíveis reflexos indesejados. De qualquer maneira, convém avisar a cliente que, algumas semanas depois, esse tom de cobertura vai desbotar, exigindo um retorno ao salão para uma nova matização”, recomenda Henrique Eizono.

As mechas esverdeadas também costumam ser consequência de um trabalho de coloração malfeito, principalmente devido à escolha errada do tom. “Pigmentos frios, que puxam naturalmente para o cinza, tendem a esverdear em cabelos lourosacinzentados e outros da mesma base. Para combater o efeito, é preciso aplicar uma tintura com pigmentos que puxem para o dourado”, receita Olinda. Isso costuma acontecer, por exemplo, quando tonalidades muito claras são aplicadas em cabelos já coloridos de louro. Por isto, o tinturista deve prestar bem atenção na numeração do produto de coloração e preferir sempre os que terminam com números acima do que foi aplicado anteriormente.

Fernando Coutinho, diretor educacional da Framesi, diz que as colorações que criam esses efeitos esverdeados geralmente têm tons de mate ou acinzentados (ricos em pigmentos azuis). Quando esse azul da coloração se soma ao amarelo do fundo de clareamento do cabelo, o resultado da mistura fica verde. Normalmente, isto ocorre em fios de bases claras, onde há uma maior predominância de pigmentos amarelos. Para evitar esse efeito, ele aconselha aplicar uma tonalidade avermelhada (quente). Outra alternativa, segundo Fernando, é trabalhar nessas bases claras com tons perolados, prateados ou irisados, que trazem pigmentos violetas em maior porcentagem. “São estes pigmentos que vão neutralizar os reflexos amarelados indesejados. Se as nuances esverdeadas aparecerem ainda durante o trabalho da coloração, aplicar um vermelho puro na mesma altura de tom, sem misturá-lo ao oxidante e sem lavar a cor que já está nos fios. Espalhar nas mãos e massagear todo o cabelo rapidamente até certificar-se que otom esverdeado já foi a  lado. Em seguida, lavar a cabeça”, ensina o educador.


Outra coisa que acontece algumas vezes é a cliente sair do salão e verifi car se os cabelos brancos resistiram bravamente à coloração aplicada pelo profi ssional. Sandra explica que alguns fi os grisalhos são mesmo mais difíceis, “exigindo que o cabeleireiro aplique primeirouma coloração de base, seguida da  aplicação do tom desejado por cima”. Outra possível causa desse problema são alterações hormonais intensas, capazes de modificar a estrutura original dos fios, que acabam não retendo os pigmentos de cor.


PRONTO_SOCORRO_DA_COR_COSMETICOS1


QUÍMICAS INCOMPATÍVEIS

São elas que provocam os desastres mais sérios, incluindo a quebra dos fi os. Como garante a terapeuta capilar Sheila Bellotti, as colorações malfeitas não são as únicas a alterar (e fragilizar) a estrutura capilar. “Todas as químicas aplicadas anteriormente devem ser levadas em consideração na hora de uma nova coloração, principalmente se forem de redução (alisamento ou relaxamento), que quebram as pontes de cistina e causam buracos que facilitam a perda de massa capilar. A cutícula (parte externa dos fi os) é a primeira a ser danifi cada pelo excesso de químicas ou fórmulas incompatíveis. E quando essas escamas se abrem, não há como colocar novas”, lembra Sheila. Como agravante, a terapeuta cita a grande variação de escovas reconstrutoras disponíveis no mercado (muitas ainda formuladas com formol) e as escovas hidratantes que contêm algum tipo de química de relaxamento.

“O problema é que várias dessas fórmulas são incompatíveis com as colorações e pouquíssimas clientes sabem explicar que substância realmente o cabeleireiro do salão anterior usou para alisar seus cachos e se o produto não continha mesmo formol. Por isso, é mais seguro fazer antes um teste de resistência em uma mecha de cabelo e respeitar sempre o intervalo de aplicação entre uma química e outra”, indica a terapeuta. Ela explica que os hidróxidos (mesmo os de guanidina) não são compatíveis com peróxidos (oxidante presente na grande maioria das colorações). Algumas, à base de tioglicolato, aceitam a aplicação posterior de um tonalizante. “Quando ativos incompatíveis entram em contato uns com os outros podem até causar o rompimento permanente dos fi os”, adverte a terapeuta.

Para minimizar os riscos, Viktor I orienta seus funcionários a preparar todas as químicas na frente das cl ientes. Além disto, todos os prof issionais do Vimax Beaut y preenchem uma fi cha para cada uma delas, com todas as informações dos procedimentos aplicados, incluindo as marcas dos produtos usados, a altura de tom das colorações, a concentração das misturas oxidantes, os ativos de redução e a data em que foram aplicados. “Todo esse histórico é arquivado no computador e, cada vez que a cliente volta ao salão, ganha uma nova folha impressa com seus dados atualizados para levar com ela”, conta o hairstylist.

A preocupação em realizar um diagnóstico capilar detalhado é, portanto, a melhor maneira de evitar desastres. É preferível gastar algum tempo planejando um trabalho bemfeito a médio e longo prazos do que arriscar perder a credibilidade como profissional. Prevenir é sempre a melhor solução para um desastre, não é mesmo?


PARA CONSERTAR OS ERROS

Nem tudo está perdido. Além da habilidade do cabeleireiro para recuperar o cabelo de desastres, os profissionais têm à disposição um arsenal de produtos para ajudá-los a socorrer seus clientes.

· Máscara Reconstrução Imediata, da Cadiveu: promove a restauração interna da fibra capilar agredida por químicas, garantindo leveza e textura macia aos fi os. Protege a cor e diminui a porosidade.

· Unisystem, da Red Iron: ampola versátil, oferece vários benefícios, como diminuir a porosidade dos fi os coloridos, retexturizar a fi bra capilar, proteger a cor, hidratar, dar brilho e combater o efeito frizz. Contém Flor de Lótus, ativo de ação regeneradora.

· Stimuliste, da Kérastase: combate o enfraquecimento e a queda de cabelo provocados por agressões químicas. Associa vitaminas e elementos da fi bra capilar ao aminexil (ativo que evita o enrijecimento do colágeno e protege o bulbo capilar) e à vitamina PP, responsável por ativar a microcirculação no couro cabeludo.

· Reconstrutor C.P.R., da Senscience: tratamento à base de queratina, aminoácidos da seda e ativos, que penetram nas camadas danificadas  da cutícula, para reparar, amaciar e selar as escamas, deixando o cabelo mais forte e maleável. Preserva a hidratação dos fi os, além de repor seus nutrientes.


· In Shine, da Matrix: o tonalizante sem amônia, formulado com tecnologia que repara a porosidade e dá brilho aos fi os, acaba de ganhar serviços especiais  pós-verão. Entre eles, Renovação das Mechas, em que é utilizado para eliminar o efeito amarelado dos cabelos com mechas.


· Platinium Plus, de L’Oréal Professionnel: descolorante cremoso, formulado com cera branca de abelha e ativos especiais, que promovem um clareamento rápido, uniforme e brilhante, sem agredir o cabelo e o couro cabeludo. Combate a ação nociva dos metais, alcançando um resultado mais limpo.


PRONTO_SOCORRO_DA_COR_COSMETICOS2


· DekapColor, da Yamá: remove os pigmentos artifi ciais dos fi os total ou parcialmente, sem danifi car a estrutura capilar. Prepara o cabelo para receber uma nova coloração, permite fazer mechas nos fi os já coloridos e também pode funcionar como banho de brilho, sem alterar a cor original.

· Crystal Colors, da Mix-Use: coloração permanente com nanopigmentos e fi ltro solar, para evitar os danos causados pela radiação ultravioleta. Aumenta aresistência dos fi os, permitindo que os ativos cheguem às camadas internas e repondo lipídios naturais.

· Special Care Color Power, da Lowell: xampu e condicionador para cabelos com mechas e colorações, com tensoativos suaves que lavam sem irritar. As fórmulas são enriquecidas com leite vegetal de yacon (tipo de batata que aumenta a adesão da cutícula), nanoemulsões de silicone (para reter a cor por mais tempo) e ômega 3 e 6, que restauram o brilho e a fl exibilidade dos fios.

· Catalisador e ativador Nutricontrol, da DeSírius: tratamento para devolver nutrientes e vitaminas aos cabelos danifi cados por excesso de colorações. Deixa os fi os mais fortes, encorpados ebonitos, restabelecendo o equilíbrio da estrutura capilar. 

· Color System, da Aneethun: a linhapara a manutenção dos cabelos coloridos reúne produtos com ação protetora da cor e fortalecedora dos fios. Entre os principais princípios ativos, açaí (regenerador e tonifi cante), pró-vi tamina B5 (hidratante e nutritiva), vitamina E (antioxidante) e proteína do trigo (umectante).

· Essential Serum, da AlfaParf Milano: tratamento semanal para proteção da cor, elaborado com extratos de fl ores de linho e de girassol, além de extratos linoléicos, que agem desde a parte interna dos fi os, reforçando a união entre a cutícula e o córtex. Garante brilho intenso e textura macia.

· Bonacure Color Save Colored Ends, da Schwarzkopf: máscara de tratamento com aminoácidos, ativos estabilizadores da cor e filtro UV, para preservar os pigmentos por mais tempo, reparando e suavizando o cabelo em profundidade. Contém Moringa Oleifera, planta nativa do Norte da Índia, rica em vitaminas e sais minerais.

· Color Extend, da Redken: linha de produtos desenvolvida para cabelos coloridos, ajuda a selar a coloração, repele os raios UVA/UVB, protege os fi os contra o desbotamento causado pelas lavagens e reforça a estrutura capilar. As fórmulas contêm ceramidas (que reparam as áreas danifi cadas) e óleo de cranberry (infusão de alto brilho).

· Blondor, da Wella Professionals: retira os pigmentos artificiais, promovendo a limpeza da cor. Em duas versões: Blondor Lightening Powder, pó para descoloração que proporciona a base ideal para coloração ou mechas; e Blondor Cream, descolorante com consistência cremosa que garante uma mistura rápida e aplicação simples, uniforme e fácil de enxaguar.

· Color Perfect (coloração permanente) e Color Toch (tonalizante), da Wella Professionals: ambos podem ser usados para eliminar o tom amarelado dos louros coloridos. A escolha da nuance vai depender da cor que o cabelo se encontra. Por exemplo, para neutralizar uma tonalidade alaranjada, as nuances indicadas são /8 ou /1. Já nos amarelados, aplicar nuances com violeta (/6) para neutralização.









Voltar
Deseja recomendar a notícia?

 


* Seu Nome
* Seu E-mail * 
* E-mail do seu amigo 

* Campos obrigatórios do formulário

- Salão da Praia - Hairdresser - Boutique
- Dicas de Mestre
- Lisos e Naturais
- Espelho, Espelho meu
- Coloração do Futuro
- Modelo de Megahair
- TRUSS em Cores
- Prime Color - Brilho e Cores Vibrantes
- Colorimetria Brasilis Profissional - A cor do Brasil
- Axenia Lab Collection - As Cores da Natureza
- Proteção da Cor
- Com a Mão na Máquina
- Novidades de Ponta
- Fórmulas de Nova Geração
- Frizz nunca mais
- Coque Glamour
- Beleza de Noiva
- Em busca da Juventude
- Glamour à Francesa
- La Jeunesse para Camille Albane
- Making of - Faz Carão!
- Isis Valverde - Garota Cabeça
- Mochos & Banquetas
- Brilho & Balanço
- Moroccanoil - Tratamento de Superstar
- Dicas de Mestre
- Beleza À Paulista
- Cabeças do Fashion Rio
- Make-up À Carioca
- Com A Cabeça Em Paris
- Cabelos com Grife
- TRUSS Hair Therapy
- Prime Color
- Realinhamento Capilar Folhas
- Linha Herbal N.P.P.E. Hair Care
/ARQUIVO DE NOTICIAS